Sarah diz:
melhordetreis é blog pessoal ou profissional?
Ricardo Daniel diz:
blogfolio
Sarah diz:
profi
Ricardo Daniel diz:
pro
y
meio frio
Sarah diz:
you think?
Ricardo Daniel diz:
sim
sem texto ou expressão
só jpgs de trabalhos
Sarah diz:
ja eh algum tipo de expressao..nao?
Ricardo Daniel diz:
ah
não tome literalmente
falo poeticamente
se tomar literalmente, meu gato arranhando o sofá é expressão
mas não diz muito
Sarah diz:
hehe
Ricardo Daniel diz:
e como disse, alí é frio
não são desenhos que fiz por hobby, por exemplo
gosto do meu trabalho
mas teria muito mais prazer em expor coisas que não tiver que fazer para sobreviver
trabalhar é obrigação, por mais que você goste
optar por expor o que você fez por trabalho
é,
bem,
opção
Claudemir diz:
seguinte, vai fazer o que a noite? vamo la em casa comer uma carne queimada? daniel correia,denis de souza e tiago picinini confirmados. só pra falar merda
Ricardo Daniel diz:
massavéio
vou sim
q horas?
Claudemir diz:
ahh
20hs
sabe onde fica o magic kingdom?
Ricardo Daniel diz:
Flórida?
Claudemir diz:
nao em frente a verdureira da raquel mesmo
Ricardo Daniel diz:
wahahahaha
Claudemir diz:
atraz do magic kingdom,ape 306
Ricardo Daniel diz:
certo
Ricardo Daniel diz:
tua casa tem vista pra Cidade do Futuro?
Claudemir diz:
vila lenzi? da pra ver alguma coisa
hehe
Ricardo Daniel diz:
não, o cemitério
Claudemir diz:
isso mesmo
são meus vizinhos
os melhores
Mademoiselle Suelen diz:
Ele diz que tenho que fazer aquilo que me faz bem, e que eu não venha me arrepender mais tarde… no mais me apoia no q eu decidir … ( ficou em cima do muro)
r.3 diz:
seria fácil se desse pra olhar no futuro
Mademoiselle Suelen diz:
verdade!
r.3 diz:
mas olha, tem perguntas que a gente já sabe a resposta
não é mesmo?
Mademoiselle Suelen diz:
mas o coração diz q não devo fazer!
Faz uma semana já da data, e procrastinação além do necessário, vai o relato do fato: pelas 16h, eu com uns três trabalhos atrasados batendo na cabeça então toca a poha do interfone. Pensei “Bosta, é o Cleiton. Veio chatear pessoalmente por causa das logomarcas”. Relutei, mas acabei atendendo. “Arroz!” “Sêo Ricardo, flores pro senhor.” “Vai se foder Cleiton, que cê quer?” “Sêo Ricardo, é da floricultura, são as flores.” “Flor? Fala sério, se quer contar mentira então pelo menos inventa nome de floricultura!” “É da Floricultura Tal!”. “Tá bom! E qual teu nome?”, “É Zé!”.
Porra, o Cleiton não é um dos mais imaginativos, e a essa altura ainda achava que era ele. “Sêo Ricardo, é sério. O senhor tem flores pra receber.” Fiquei com cara de pato. Pedí desculpa e descí. Tava lá o cara com um vaso de Amarillis (coisa assim, feia pra caralho) não mão, me olhando incrédulo. Peguei aquela porra e ele foi embora. Fique na porta com cara de bunda, então aproveitei pra pegar a correspondência. Botei o vaso no hall do prédio e fui pra fora. No que o cara da floricultura tá dando a ré no carro e falando no telefone, escuto o bicho falando em voz alta “babaca!”
Bom, toda situação à parte, a flor ainda veio com um cartão ANÔNIMO! Agora devo, pra não sei quem dessa cidade, um agradecimento e um bêjinho. Que legal. Que inferno.
…
A flor eu dei pra mãe no domingo, mesmo dia que o Fox da mana pegou fogo.
“Que tal participarmos do triathlon da Impulso?” Essa foi a pergunta levantada em tom de brincadeira por Max Pires à seu colega de trabalho, o publicitário Ricardo Daniel Treis. Max e Ricardo escrevem a coluna quinta-feirina “Por Acaso”, no Jornal Correio do Povo. A resposta veio certeira: “Tá maluco?”. A loucura pegou, e com a intenção de criar uma matéria cômica para o sabor dos leitores jaraguaenses, a dupla convidou o também publicitário e editor da revista The Fato, Marcelo Wagner, que topou a idéia sem hesitar.
O teor da reportagem seria colher os resultados da participação de três sedentários à um evento esportivo como um triathlon. Mas o que aconteceu foi que ao fim das contas Marcelo e Max empolgaram-se com a idéia, e preparavam-se de forma tal que a impressão é de que participariam de um IronMan. Chegava a data do evento e os dois apresentavam um bom condicionamento, enquanto Ricardo só de pensar no assunto já ficava cansado. Chegado o dia do evento, o nervosismo era visível nos três, que começaram a analisar os demais participantes do evento, que beiravam o nível “pró”. A auto-análise da equipe, graduou-os a nível “havaiana-de-tira-arrebentada”.
Começa o evento com prova de natação, onde Marcelo, o escolhido para tal por seu “shape” e experiência, obtém o excelente resultado de 3º lugar nos 600 metros. Professores surpresos à parte, Max Pires assume seu papel altamente motivado, e sai para percorrer os 10km de bicicleta com o pensamento fixo na vitória. “Admito que pensei em desistir, mas era mico”, contou Max, exausto após chegar em 7º lugar na sua bateria.
Então chegou o momento da verdade para Ricardo, que ao receber bandeira verde para iniciar os 3.400m de corrida ainda pensou duas vezes. “Não force! Se não for conseguir, pode parar”, aconselhavam os professores da academia, preocupados com um possível enfarte por parte do participante. “Se queres perder o medo de algo, vai lá e faça-o!”. Com pensamento fixo nessa frase, Ricardo largou. Andando, mas largou. Correu um pouquinho, andou mais um montinho e assim foi… dos 3.400m do percurso, aproximadamente uns 200m devem ter sido corridos. “Doía a perna. Até conseguia correr, mas a dor impossibilitava”. Já não estivesse ruim a situação, o corredor ainda foi atacado quando completava sua primeira volta. Um seguidor amalucado do padre irlandês Cornelius Horan (aquele que agarrou na maratona das Olimpíadas de Atenas o brasileiro Vanderlei de Lima), agarrou o competidor, e terminou por comprometer totalmente o resultado final. “Precisava passar minha mensagem”, disse o lunático, que à frente carregava um cartaz escrito “O fim está próximo”, e às costas “Vendo Corcel 78″.
Ao perceber a distância considerável que o penúltimo candidato abria, Ricardo reuniu todas suas forças e numa impressionante explosão de energia correu. Correu até o ponto de táxi mais próximo, embarcou e disse “Meu bom homem, toca pra Impulso!”. “Mas você não está correndo?”, disse o taxista surpreso, “Estou! Mas agora a corrida é sua. E passa buzinando por aquele cara correndo alí”. E com Ricardo cruzando a linha de chegada de táxi foi que a prova teve seu desfecho. Para o trio, o que restou foi, além do último lugar geral e desclassificação, um monte de história para contar. Ano que vem darão um “repeteco”. Ricardo promete esforçar-se mais. Quem sabe ele já faça a largada de táxi e nos poupe de tanto suspense.
…
Texto meu e participação minha pra edição #09 da Revista The Fato, em 2004. O evento foi dia 17 de outubro.
r.3 disse:
olha que feliz: Organela citoplasmática que atua no armazenamento e na secreção de substâncias
r.3 disse:
quinze letras
r.3 disse:
acertei de prima
r.3 disse:
Complexo de Golgi
Haydée disse:
hahahahah
r.3 disse:
como é que me lembro dessas bostas e não sei o nome da guria que me apresentaram ontem?
Haydée disse:
hahaha, vc costumava beber nas aulas também?
…
Esses dias alguém citou “Fórmula de Bhaskara” numa caixa de comentários, o que me fez chorar baixinho aqui. Daquelas expressões que a gente tinha que memorizar, me ocorre “movimento retilineo uniforme” vez ou outra. E “retículo endoplasmático rugoso” também.
r.3 diz:
espero q tenha umas caixas boas aí
r.3 diz:
aumenta
r.3 diz:
e sai dançando pela casa
r.3 diz:
enquanto troca de roupa
r.3 diz:
uma garrafa de vodka na mão dá o charme
.Verônica. diz:
hahahaha
.Verônica. diz:
tipico de antes de balada
.Verônica. diz:
hehe
r.3 diz:
yey
r.3 diz:
u know
r.3 diz:
sair com aquele ar de quem vai dominar o mundo num sábado à noite
r.3 diz:
semi embriaguez
r.3 diz:
e um punhado de esperanças
r.3 diz:
mais outro de moedas pra bebida
r.3 diz:
é disso que se faz uma boa balada
…
*saturday night fever, adoro as preliminares.
Música: Renato Carosone – Tuvuo Fà l´Americano
whisky´n soda ´ rockn roll, hell yeah
r.3 diz:
Cito: “Saiu hoje no Engadget, que cientistas do MIT estão desenvolvendo um novo processo/tecnologia/sistema (ou seja lá qual for o nome do que eles descobriram) que permitiria chips de grafeno (Graphene) atingir a incrível velocidade de 1.000 Ghz.”
r.3 diz:
im horny
Rion Brattig diz:
nice!
Rion Brattig diz:
I want one!
r.3 diz:
a previsão é de produção em massa daqui UM ANO
r.3 diz:
WAHAHAHAHAHAHA (risada histérica)
r.3 diz:
gozei
Rion Brattig diz:
wiki = graphene
Rion Brattig diz:
O grafeno é um material encontrado no grafite e em outros compostos de carbono. Bastante abundante e de estrutura significativamente estável e resistente, ele pode ser a chave para a produção de transístores de apenas 0,01 µm, indo além do limite teórico de 0,02 µm, pelo qual os transístores possuiriam apenas dois ou três átomos de espessura e poucas dezenas de átomos de comprimento, aproximando-se dos limites físicos da matéria.
Rion Brattig diz:
BASTANTE ABUNDANTE !! =)
Rion Brattig diz:
Bom, eles diziam que o petróleo também era BASTANTE ABUNDANTE
r.3 diz:
mas o petróleo ainda será
r.3 diz:
as pesquisas para clonagem de dinossauros não pararam
U know, desde quando comecei a ver TV tinha uma imagem na cabeça sobre baladas e etc que nunca (posso estar enganado, já que a bebedeira é amnética), nunca encontrou equivalente na vida royal.
Loucuras que ví em Kids, houseparty como no clip 1979, nightclubbings como em Trainspotting ou bares como em Pulp Fiction, a realidade (é triste dizer isso) sempre pareceu meio decepcionante, insossa – talvez o problema seja aqui, e um ambiente ainda mais urbano corresponda ou talvez a TV tenha mentido demais e eu engolí tudo passivamente por querer acreditar que a vida pode ter aquilo.
Caminhando e navegando, hoje é sexta-feira e tropecei nesse clipaço da Adidas, que trouxe de volta à boca aquela sensação de “pô, é de um negócio assim que quero participar antes de sair dessa”.
Nem que seja uma vez, quero uma festa louca.
Adidas Original House Party
Daí minha rejeição a gêneros como pagode. Simplesmente não encaixa. Me chamem de americanizado, mas quem não foi? E dá pra negar que essa parece ser uma p&ta duma festa?
E também sou fã da Adidas.
…
Ah, sim, providenciando aqui a música do clip. Daqui a pouco jogo pra download.
Pais que largam os filhos soltos pelo restaurante para terem sua refeição em paz às custas da perturbação do coletivo fazem por merecer as pestes que criam. O que falta é multa pra certas categorias de distúrbio da paz. Ou surra.
r.3 disse:
pedí pra colocar uma única linha a mais no texto, apenas acrescentar esse fato histórico já daria coerência pra ilustração e nada mais precisaria ser mexido
r.3 disse:
isso ia me poupar, no mínimo, meia hora de trabalho aqui
r.3 disse:
pepe podia ser mais flexível
r.3 disse:
fiz expediente de mais de 12 horas de trabalho no sábado e no domingo
Lilian disse:
é q o pepe conversou bastante com o phelipe sobre o texto
r.3 disse:
que seja
Lilian disse:
ricardo, tu vê se der tempo coloca o milho, ou outra imagem q lembre agricultura de uma forma geral
- Olá, quer um jornal? (Folha Universal)
- Ok, obrigado.
- Quer ir conhecer o templo?
- Hm, não obrigado.
- Estamos de portas abertas!
- …
- Se você for lá, ganha uma oração.
- Eu te dou duas pra me deixar em paz.
- Serve para torná-lo estúpido, se assistir muito, e permanecer normalmente idiota, se assistir pouco.
- Yawn (bocejo)
- Não está interessado? É porque agora está no intervalo. O pior vem depois.
Não gosto do Mainardi. Acho ele muito forçadinho, assim assado, sabe? Do tipo “matarei sua vovó com prazer”. Ele bateu uma fotinha com cara de malvado pra pôr no corner amarelo dele. Pra intimidar, com certeza. Ninguém mandaria um email mau-educado pra alguém com uma cara daquelas… Aposto que é Photoshop. Se não é, aposto que ele tem um primeiro nome oculto, que ninguém conhece. Ele se chama Fausto D. Mainardi, conhecido pelos balcãs no começo do século como “O Cão Açoitado”. É sim, desde o começo do século. Mainardi tem um sobrenome bacana e também é imortal. Assim como também é um cão açoitado. Fica babando, fingindo que vai morder mas não morde, porque senão apanha. Au au pra você também.
Fico imaginando a reação de pessoa X quando assiste no jornal uma matéria sobre a, sei lá, obesidade da população, que é ilustrada com cena dela caminhando na rua.
- Fângoooo.. se escondendo d alguém?!?! ( tá off aqui)
- Sim. Não quero gente interferindo minha redação e perguntando “td bem?” sem que tenha fim prático algum.
- Kkkkkkkkkkkkkkkkkk. CERTOOOO honey.
- Miss you. Próxima vez que te ver vou apertar tuas bochechas, se prepara.
- Então MORRA de inveja, o Gordin me viu ontem, me abraçou, apertou… rs
- Onde vc tava? Não, espera, inveja dele ou de você? Pq não gostaria do gordinho me apertando e beijando.
Este site existe para um registro da rotina. Coisas que quero lembrar ou coisas que quero que alguém um dia, por qualquer seja o motivo, veja. Nunca deixo de pensar que também vá servir para um registro póstumo. Mórbido dizer isso, certamente, mas não tanto quanto realista. E pois, eis aí minha vida. Quero que saibam é que eu a viví. Um abraço a quem seja.
Este site existe para um registro da rotina de um cara: eu. Coisas que quero lembrar ou coisas que quero que alguém um dia, por qualquer seja o motivo, veja.
Qualquer um que vier ao acaso é bem-vindo, só saiba que esse conteúdo é despretencioso de grandes audiências, e que não escrevo para ninguém mais senão mim mesmo.
Um abraço, estranho.