Arquivo para Abril, 2009

Running track #01 – abril 2009

30 Abril, 2009

Tenho feito esse percurso pra me confortar por hora. Dá mais ou menos uns 5,5km.

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Trilogia

26 Abril, 2009

Conhecí ela em dezembro. Em janeiro me apaixonei. Em fevereiro disse “eu te amo”. Em março levei um pé na bunda. 03 de março.

Na Licoreria ontem, falando com a Camila.

Pro governo aproveitar

22 Abril, 2009

Hoje paguei minha primeira multa de trânsito. Radarzinho de Schroeder, quanto tava levando a Raquel pra casa pós-balada – às 4h43 da madruga. R$ 102,00 por passar a 56km/h num radar de 40km/h. Foi nessa um toco de 5 pontos na carteira.

Debutei.

22 Abril, 2009

Syntax – Pray

Limpando gaveta…

21 Abril, 2009

Duas das viagens (acho que foram as únicas) de 2008. Enfim vou jogar isso aqui:

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De quando fui pra Sampa com o brimo, legal bragarai. O Bairro da Liberdade, a feira do mercado imobiliário (o Felfa tava lá), o cartão do hotel, o Museu da Língua Portuguesa e o Masp, que tinha aquela feira de antiguidades embaixo onde comprei meu Ray-Ban 1970´s pela merreca de R$ 100,00. Um puta barato…

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E aqui Curitiba:

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Quando eu e o Gordin passamos um final-de-semana pra lá, só pra sair dessa joça que é Jaraguá. Na imagem, a pulseira do arrancadão e o cupom fiscal do pub Sheridan´s, onde tomamo bagarai e até acabamos brigando. Ridic.

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Mais fotos tiradas pelo celular, arquivadas no PC.

21 Abril, 2009

Pearl Jam – Daughter

Os Três no Triathlon

21 Abril, 2009

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“Que tal participarmos do triathlon da Impulso?” Essa foi a pergunta levantada em tom de brincadeira por Max Pires à seu colega de trabalho, o publicitário Ricardo Daniel Treis. Max e Ricardo escrevem a coluna quinta-feirina “Por Acaso”, no Jornal Correio do Povo. A resposta veio certeira: “Tá maluco?”. A loucura pegou, e com a intenção de criar uma matéria cômica para o sabor dos leitores jaraguaenses, a dupla convidou o também publicitário e editor da revista The Fato, Marcelo Wagner, que topou a idéia sem hesitar.

O teor da reportagem seria colher os resultados da participação de três sedentários à um evento esportivo como um triathlon. Mas o que aconteceu foi que ao fim das contas Marcelo e Max empolgaram-se com a idéia, e preparavam-se de forma tal que a impressão é de que participariam de um IronMan. Chegava a data do evento e os dois apresentavam um bom condicionamento, enquanto Ricardo só de pensar no assunto já ficava cansado. Chegado o dia do evento, o nervosismo era visível nos três, que começaram a analisar os demais participantes do evento, que beiravam o nível “pró”. A auto-análise da equipe, graduou-os a nível “havaiana-de-tira-arrebentada”.

Começa o evento com prova de natação, onde Marcelo, o escolhido para tal por seu “shape” e experiência, obtém o excelente resultado de 3º lugar nos 600 metros. Professores surpresos à parte, Max Pires assume seu papel altamente motivado, e sai para percorrer os 10km de bicicleta com o pensamento fixo na vitória. “Admito que pensei em desistir, mas era mico”, contou Max, exausto após chegar em 7º lugar na sua bateria.

Então chegou o momento da verdade para Ricardo, que ao receber bandeira verde para iniciar os 3.400m de corrida ainda pensou duas vezes. “Não force! Se não for conseguir, pode parar”, aconselhavam os professores da academia, preocupados com um possível enfarte por parte do participante. “Se queres perder o medo de algo, vai lá e faça-o!”. Com pensamento fixo nessa frase, Ricardo largou. Andando, mas largou. Correu um pouquinho, andou mais um montinho e assim foi… dos 3.400m do percurso, aproximadamente uns 200m devem ter sido corridos. “Doía a perna. Até conseguia correr, mas a dor impossibilitava”. Já não estivesse ruim a situação, o corredor ainda foi atacado quando completava sua primeira volta. Um seguidor amalucado do padre irlandês Cornelius Horan (aquele que agarrou na maratona das Olimpíadas de Atenas o brasileiro Vanderlei de Lima), agarrou o competidor, e terminou por comprometer totalmente o resultado final. “Precisava passar minha mensagem”, disse o lunático, que à frente carregava um cartaz escrito “O fim está próximo”, e às costas “Vendo Corcel 78″.

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Ao perceber a distância considerável que o penúltimo candidato abria, Ricardo reuniu todas suas forças e numa impressionante explosão de energia correu. Correu até o ponto de táxi mais próximo, embarcou e disse “Meu bom homem, toca pra Impulso!”. “Mas você não está correndo?”, disse o taxista surpreso, “Estou! Mas agora a corrida é sua. E passa buzinando por aquele cara correndo alí”. E com Ricardo cruzando a linha de chegada de táxi foi que a prova teve seu desfecho. Para o trio, o que restou foi, além do último lugar geral e desclassificação, um monte de história para contar. Ano que vem darão um “repeteco”. Ricardo promete esforçar-se mais. Quem sabe ele já faça a largada de táxi e nos poupe de tanto suspense.


Texto meu e participação minha pra edição #09 da Revista The Fato, em 2004. O evento foi dia 17 de outubro.

21 Abril, 2009

“Um passo à frente e você já não está mais no mesmo lugar”
Chico Science

Sobre ela – II

21 Abril, 2009

Daquelas que retribuem uma massagem quando menos se espera.

21 Abril, 2009

Band Of Horses – The Funeral

Frases de efeito

18 Abril, 2009

“É chato ser legal. É mais legal ser chato.”

Quão longe me lembro, é de minha autoria mesmo. Não que diga isso por orgulho, mas diversão mesmo.

17 Abril, 2009

Peter Sarstedt – Where Do You Go To (My Lovely)
Sobre a letra.

Sobre ela

17 Abril, 2009

Ouviria das mesmas músicas, e como eu as ouço. Comentaria das letras eventualmente, citando “foi isso que ele disse que me fez gostar de ouvir”.

The “i wanna get out of here” feeling

17 Abril, 2009

Tenho esse fraco pelo pôr-do-sol. Me faz querer largar tudo pra sentar num gramado ou um lugar calmo, pra ficar olhando… Sempre tem aquele vento que acompanha suave.

E esses de inverno são os melhores, com o céu inspirado em cor-de-rosa.

Problema-comum

17 Abril, 2009

Quando falaram que “até Fulano vai pro evento” fiquei meio assim. Era argumento pra convencer ida à balada tal, que de tão boa, ia tirar um certo casal de amigos de casa. Eu não fui, e no bate-papo dias depois aproveitei pra confirmar com a pessoa em questão a dubitável ida.
- Eae, foram mesmo pro show?
- Não fui cara. Ela começou a passar mal e acabamos desistindo… Pffff! Tô com os ingressos aqui ainda.
- Arre, deixaram de ir em outra. Sabe o que é isso? Doença!
- Hm.
- Alergia à Balada. Todo casal desenvolve depois de tempo de namoro.
- Hah, falando em doença, tô contraindo outra. Tô é ficando com Alergia à Namorada.
- Wahahaha!

A Alergia à Baladas é um problema comum à maioria dos pares, cujo tratamento é desconhecido pela ciência. Se mesmo após detectada o casal resolva ir à festas, acaba resultando em comportamento agressivo dos indivíduos (leia-se briguinha e/ou discussão por nada). Entre os efeitos colaterais da doença, além da Alergia à Namorada(o) estão o tédio no relacionamento, o lugar-comum das noites de sábado defronte a TV e a estafante superexposição à mesma companhia (leia-se desgaste).

Talvez baladas não sejam realmente o ambiente ideal para casais de namorados entreterem-se, mas o Instituto Ricardo Daniel Treis de Behaviorismo Obtuso altamente recomenda que casais convivam (e permitam-se conviver) regularmente com outras formas de vida da mesma espécie e faixa etária, considerando esta a forma mais saudável de conseguir-se um relacionamento duradouro – aquela coisa linda e rara que nossos pais praticam.


Publicado originalmente na Coluna Por Acaso, página 12, jornal O Correio do Povo de 22 de novembro de 2007.

Emendo já com a colocação que o Depiné me passou via mensagem:

Alergia à Namorada foi ótimo, hein? O lado bom é que durante o tratamento dessa doença pode-se ingerir álcool!

17 Abril, 2009

Emiliana Torrini – Bleeder

About women

17 Abril, 2009

Max brigou ontem no Estação. Louco, quebrou um copo na cabeça do cara que está saindo com a ex- namorada dele. Bad for business, saiu algemado do lugar, deixando marca de seis pontos na cabeça do infeliz. Fiquei puto, pareceu irresponsável. Aconteceu tudo às 23h40, eram 2h eu estava de volta em casa da delegacia. Pelas 4h da manhã pensei diferente, foi humano.

Dos adjetivos, diria covarde como ele fez, mas irracionalidade não tem instrumento. O ódio realmente cega. Que droga… Me botei no lugar dele, não sei se estaria imune, apesar dele ter ido atrás da situação. Graças tenho essa frieza que me poupa prolongar certas tristezas e dores.

About women is a hard kind of thing to think. James Spader, em seu Alan Shore, falou bem num dos episódios, texto que rascunho umas linhas abaixo já projetando algo meu.

“Todo dia acordo pensando se vou encontrar ela. Então penso como ela seria… Seus cabelos, a curva de seu pescoço, o perfume em sua roupa, o toque de suas mãos, o formato de seus lábios, a delícia de sua voz. E toda noite vou dormir pensando se no dia seguinte encontrarei ela. É um dos grandiosíssimos sabores toda essa expectativa, e infelizmente não há mulher no mundo que vá corresponder a ela. Acho que serei um eterno solteiro.”

Assunto para pensar: exigência x felicidade.

16 Abril, 2009

The Who – Teenage Wasteland / Baba O´Reily

Minha primeira cueca

16 Abril, 2009

Em trinta anos, eis que hoje um dos grandes laços de dependência materna é rompido: comprei uma cueca. Eu. Sozinho. Com meu dinheiro.

Ridícula a situação de não saber o que fazer diante das opções.

Aos finalmentes: cueca-sunga Red Nose, tamanho G.
No Angeloni, R$ 14,90.

15 Abril, 2009

Doctor Rockit – Cafe De Flore

Armless Joe

15 Abril, 2009

- Limpar a geladeira, essa parte aqui ou qual?
- O que estiver sujo, D. Dilma.


Cem reais por tudo que é óbvio que já disse pra essa mulher, fortuna feita.

#killpinchers #killpoodles

13 Abril, 2009

Cães tem grau de inconveniência em proporção inversa ao tamanho.

13 Abril, 2009

Damien Rice – The Blower’s Daughter

13 Abril, 2009

Bach – Cello Suite No.1 Prelude

Um vídeo para assistir vez ou outra…

11 Abril, 2009

Marco Aslam – Voyage


“A sense of nostalgia, for things I have never experienced. That’s what I felt.”

11 Abril, 2009

Beirut – Elephant Gun

Beirut – Postcards from Italy

11 Abril, 2009

“Down by the river we open the bottle and get down to the serious business of getting drunk…”

Don´t gonna lose!

11 Abril, 2009

tchiquem

11 Abril, 2009

Radiohead – Gagging Order

Lembrete para dias futuros

11 Abril, 2009

E não esqueça de manter as expectativas baixas, meu filho. Poupa-se de decepções.

Sunset memories

11 Abril, 2009

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Sem muita inspiração pra escrever hoje, update pra marcar algumas coisinhas.
- Terça-feira comecei com assistência de personal trainer na academia. Negócio pegou pesado, mas tá bem interessante… Toda aula inclui finalização com boxe, o que é ainda mais motivacional. Acho que o maior desafio vai ser adquirir coordenação motora, esse grande monstro de minha infância na educação física.
- Ontem rolou o primeiro fim-de-tarde invernal. Baixou uma frente fria aí, que deu o gostinho. Céu cor-de-rosa e o clima trouxeram novamente aquele ar nostálgico dos dias em Guaramirim onde se divertia com toda moçada ao ar livre. *Sigh. Emendo jogando essa foto que o Hackbarth resgatou. Como queria ter algum registro daqueles dias…

bernescanibais
Bernes Canibais de Nereu

MSN Sessions – 04

7 Abril, 2009

l a u r a * diz:
tem algo de bom pra fazer nessa cidade?

r.3 diz:
sim

r.3 diz:
comprar um rifle

r.3 diz:
subir na torre da igreja

r.3 diz:
dar uma risada histérica

r.3 diz:
e começar a purificação

7 Abril, 2009

Coldplay – Lovers in Japan

MSN Sessions – 03

7 Abril, 2009

r.3 diz:
Jornal do Almoço na veia

Michelly diz:
hahhaha

Michelly diz:
isso

Michelly diz:
estavam mostrando as tendências das botas para inverno

Michelly diz:
(nada diferente da tendência dos ultimos invernos)

r.3 diz:
uau

r.3 diz:
sim

r.3 diz:
botas marrons

Michelly diz:
hahha

r.3 diz:
“Obrigado, Capitão Óbvio, você salvou o dia novamente!”

Michelly diz:
hahahahahahhahhaah

r.3 diz:
tinham que criar esse personagem

r.3 diz:
tipo

r.3 diz:
final-de-ano

r.3 diz:
matéria de capa dos jornalecos

r.3 diz:
“Natal incrementa vendas no comércio”

r.3 diz:
oh, really?

7 Abril, 2009

The Kinks – This Time Tomorrow

MSN Sessions – 02

7 Abril, 2009

r.3 disse:
olha que feliz: Organela citoplasmática que atua no armazenamento e na secreção de substâncias

r.3 disse:
quinze letras

r.3 disse:
acertei de prima

r.3 disse:
Complexo de Golgi

Haydée disse:
hahahahah

r.3 disse:
como é que me lembro dessas bostas e não sei o nome da guria que me apresentaram ontem?

Haydée disse:
hahaha, vc costumava beber nas aulas também?


Esses dias alguém citou “Fórmula de Bhaskara” numa caixa de comentários, o que me fez chorar baixinho aqui. Daquelas expressões que a gente tinha que memorizar, me ocorre “movimento retilineo uniforme” vez ou outra. E “retículo endoplasmático rugoso” também.

SNF*

7 Abril, 2009

r.3 diz:
espero q tenha umas caixas boas aí
r.3 diz:
aumenta
r.3 diz:
e sai dançando pela casa
r.3 diz:
enquanto troca de roupa
r.3 diz:
uma garrafa de vodka na mão dá o charme
.Verônica. diz:
hahahaha
.Verônica. diz:
tipico de antes de balada
.Verônica. diz:
hehe
r.3 diz:
yey
r.3 diz:
u know
r.3 diz:
sair com aquele ar de quem vai dominar o mundo num sábado à noite
r.3 diz:
semi embriaguez
r.3 diz:
e um punhado de esperanças
r.3 diz:
mais outro de moedas pra bebida
r.3 diz:
é disso que se faz uma boa balada


*saturday night fever, adoro as preliminares.

Música: Renato Carosone – Tuvuo Fà l´Americano
whisky´n soda ´ rockn roll, hell yeah

MSN Sessions – 01

7 Abril, 2009

r.3 diz:
Cito: “Saiu hoje no Engadget, que cientistas do MIT estão desenvolvendo um novo processo/tecnologia/sistema (ou seja lá qual for o nome do que eles descobriram) que permitiria chips de grafeno (Graphene) atingir a incrível velocidade de 1.000 Ghz.”

r.3 diz:
im horny

Rion Brattig diz:
nice!

Rion Brattig diz:
I want one!

r.3 diz:
a previsão é de produção em massa daqui UM ANO

r.3 diz:
WAHAHAHAHAHAHA (risada histérica)

r.3 diz:
gozei

Rion Brattig diz:
wiki = graphene

Rion Brattig diz:
O grafeno é um material encontrado no grafite e em outros compostos de carbono. Bastante abundante e de estrutura significativamente estável e resistente, ele pode ser a chave para a produção de transístores de apenas 0,01 µm, indo além do limite teórico de 0,02 µm, pelo qual os transístores possuiriam apenas dois ou três átomos de espessura e poucas dezenas de átomos de comprimento, aproximando-se dos limites físicos da matéria.

Rion Brattig diz:
BASTANTE ABUNDANTE !! =)

Rion Brattig diz:
Bom, eles diziam que o petróleo também era BASTANTE ABUNDANTE

r.3 diz:
mas o petróleo ainda será

r.3 diz:
as pesquisas para clonagem de dinossauros não pararam

Sonho de consumo

7 Abril, 2009

U know, desde quando comecei a ver TV tinha uma imagem na cabeça sobre baladas e etc que nunca (posso estar enganado, já que a bebedeira é amnética), nunca encontrou equivalente na vida royal.

Loucuras que ví em Kids, houseparty como no clip 1979, nightclubbings como em Trainspotting ou bares como em Pulp Fiction, a realidade (é triste dizer isso) sempre pareceu meio decepcionante, insossa – talvez o problema seja aqui, e um ambiente ainda mais urbano corresponda ou talvez a TV tenha mentido demais e eu engolí tudo passivamente por querer acreditar que a vida pode ter aquilo.

Caminhando e navegando, hoje é sexta-feira e tropecei nesse clipaço da Adidas, que trouxe de volta à boca aquela sensação de “pô, é de um negócio assim que quero participar antes de sair dessa”.

Nem que seja uma vez, quero uma festa louca.


Adidas Original House Party

Daí minha rejeição a gêneros como pagode. Simplesmente não encaixa. Me chamem de americanizado, mas quem não foi? E dá pra negar que essa parece ser uma p&ta duma festa?

E também sou fã da Adidas.


Ah, sim, providenciando aqui a música do clip. Daqui a pouco jogo pra download.

UPDATE:
Rá, taí a música pra download. Enjoy modafocas!
Frankie Valli & The Four Seasons – Beggin’ (Pilooski Re-Edit).mp3

@Sky

7 Abril, 2009

Domingo acordei, olhei pro céu e vazei pra praia. Legal, finalmente estou começando a fazer essas coisas que sempre desejei (impulsividade). Dia inteiro lá praticamente +Fabinho +Rion +Diana Couto (!!?).

Não sei se quero entender o porque, mas sempre me volto compelido ao mar.

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Windows 95

7 Abril, 2009

Lembra daquele tempo em que você tinha acesso discado de 156kbps, e levava uma cara pra receber um e.mail de 1,5mb que sabe-se lá quem tinha mandado. Então você ficava apreensivo pensando “Meu, que legal, me mandaram um vídeo”. Então você assistia a um acidente de carro ou um comercial de cerveja ou uma pegadinha e pensava “Meu, que legal, vou salvar esse vídeo”. Então você salvava o vídeo NO SEU COMPUTADOR, e depois mandava ele via forward pra todo mundo da sua lista com o título “Vídeo legal”.

Credo.

Mertiolate

7 Abril, 2009

Taí, acho que essa foi a primeira vez que escreví isso. M e r t i o l a t e.
Como já fiz no campo de busca do Google, olha a notícia de 2001 que apareceu:

Ministério da Saúde proíbe a venda de mertiolate e mercurocromo
LÍVIA MARRA da Folha Online

O Diário Oficial da União publicará amanhã medida do Ministério da Saúde que suspende a venda de produtos a base de timerosal ou tiomersal _como o mertiolate e o mercurocromo_ em todo o país. Segundo o ministro José Serra, a suspensão foi determinada porque os produtos se tornaram inócuos (não funcionam mais).

Médicos ouvidos pela Folha Online afirmam que a “tintura de timerosal” (o mertiolate) não é mais recomendada ou utilizada em centros cirúrgicos há pelo menos dez anos.

Segundo os médicos ouvidos, as bactérias criaram resistência à fórmula, tornando os produtos ineficazes.

Para ferimentos leves, os médicos afirmam que o ideal é utilizar água e sabão. Em ferimentos mais profundos, são recomendados medicamentos à base de iodo. (…)

Ôrra, todo aquele sofrimento a troco de nada?? Mas mercúrio e mertiolate, assim como Melhoral Infantil e Bandaid são ícones de infâncias mais ativas… Que saudade rapaz. Lembra o que era ir pra aula com o joelho todo alaranjado daquele negócio? Wahahaha.

Quem cuida do inferno é um capataz

7 Abril, 2009

- Qual a melhor maneira de colocarmos estas estacas no solo para levantarmos o prédio?
- Bom, poderíamos cavar um buraco de X por X e colocar elas. Então solidificaríamos tudo ao redor com esta base concretada aqui.
- Não, silencioso demais. Isso aqui é um canteiro de obras, ôrra! Criem uma máquina cujo motor faça o barulho de um caminhão fazendo borrachão num saco de gatos. Essa estaca de 8m tem que entrar à marteladas no solo… Já bota uma placa de aço entre ela e o martelo, que é pra aumentar o ruído. Tudo deve ser uma grande e lenta agonia, intercalada por períodos de silêncio que encham o coração dos vizinhos de esperança, achando que tudo finalmente acabou.
- Mas a obra tem 75 estacas! Faz idéia de quanto vai durar?
- Ótimo. Isso sim é que é canteiro de obras! Agora liga o rádio AM no máximo e manda os pedreiros começarem a gritar bobagens. Já liga aquela serra alí também, o que ela tá fazendo parada? Cê não tem prática nessas coisas?


Não é assim, mas não consigo imaginar de outra forma. Barulheira do cacete aqui do lado, sei que vai ficar pior na parte do acabamento, quando chegarem ao corte da cerâmica.

Canteiro de obra: orgulhosamente sem updates desde a Revolução Industrial.

Comportamento de pato

7 Abril, 2009

Tem lá no YouTube (e logo abaixo) um vídeo publicado mostrando o comportamento de um bando de patos quanto a ração nova que botaram para eles num parque. Não me pergunte como cheguei a ver esse negócio, é a familiaridade com a cena que merece ser comentada: nenhum dos bichos queria saber daquela coisa nova que botaram lá. Ficaram longe mesmo, com nojinho ou medo, sei lá. Então vieram três patos, que se demoraram alí rodeando. Dos três, um foi pra frente e beliscou a comida. Precisou beliscar duas vezes, então o segundo pato também experimentou, sendo seguido pelo terceiro. Quatro segundos depois tem tanto pato na tela que chega a assustar. Reconhece essa situação? Bom, tem mais de uma interpretação pra ela, mas me lembrou muito daquela coisa-nova-mal-falada-que-celebridade-usa-e-vira-moda, sabe qual é? Patos somos nozes, rapaz, que compramos roupa indiana calçando crocs. Mas não pense que sou contra o novo, muito pelo contrário. A questão é que, às vezes, tem gente demais por aí comendo ração ruim só por causa dos outros.


Ricardo Daniel Treis é um neófilo, mas não usa crocs

Go ducks, go:

Neophobia experiment, control

Texto publicado originalmente na coluna Por Acaso, jornal O Correio do Povo de 20 de março de 2009, página 16.

A geração frutinha

7 Abril, 2009

Dei de cara com uma entrevista de Mr. Clint Eastwood no site da revista Esquire. Ponto-de-vista duro, traduzí uma das respostas pra compartilhar aqui:

“Vivemos hoje a geração frutinha (pussy generation), onde todos agora ficam dizendo “Bom, como lidamos com isso psicologicamente?” Noutros tempos você simplesmente respondia enfiando a mão na cara dos brigões e saía fora. Mesmo que o cara fosse mais velho e ainda pudesse te empurrar de novo, você seria respeitado por ter revidado, e seria deixado em paz dalí pra frente (…) Eu não sei exatamente quando teve início a geração frutinha. Talvez quando as pessoas começaram a perguntar a respeito do sentido da vida.”

Clint foi seco nessa e noutras respostas, porém um cara que nasceu no início dos anos 30 e vê a forma como TODOS os problemas vêm sendo lidados hoje, não teria outra coisa pra dizer senão “vocês estão complicando tudo”. Relacionamentos caóticos, crises pessoais, problemas no trabalho, problemas em família e etc, Clint está certo: não prolongue a agonia, simplesmente dê logo um soco no brigão e fique em paz.


Ricardo Daniel Treis vai ser mais ser bronco de hoje em diante, pede pra não tomarem literalmente essa idéia de dar socos e recomenda acessar este link para ler a entrevista completa do homem

Texto publicado no OCP dia 13 de março.

#lame

7 Abril, 2009

Era verão.

estupido

Twitter

7 Abril, 2009

Comecei hoje com esse negocinho, é mais um dispersor maligno em troca de socialização. Outro saco sem fundo, cujos resultados são como um passeio em círculos: pessoas que já se conhecem muito bem agora ficam trocando frases e conclusões insossas de cinco em cinco minutos.

Mas vicia.

Resumão

7 Abril, 2009

- Raquel #fail: péssimo aniversário e semanas seguintes, amargou. Eu quis que fosse, forcei a barra infantilmente, sabendo que não era assim que deveria fazer, então foi-se. Se fode, quem manda não obedecer o cérebro.

- Blog #sucess: programação nos estágios finais, vem logo aí a versão 5.0 para começarmos os testes. Vai exigir bastante tempo de mim, preciso arrumar minha agenda para estar disponível quando o site precisar.

- Vida pessoal #weird: não sei o que fazer. Mesmo. Essa cidade é estéril, as pessoas interessantes se comportam de forma inversamente proporcional em evasividade. Preciso de grana, preciso de tempo (o mesmo problema crônico). 85% das vezes não resisto, e volto a falar com a Michelly (#fail de 2006) no MSN – damn, a cumplicidade é tanta que dá vontade de chorar.

- Condicionamento #hopefull: amanhã começo na academia com personal trainer, tanto pra intensificar o treinamento, como para motivar um pouco mais as idas e também fazer boxe. Hell yeah, uma das poucas coisas que me fez encarar melhor o dia hoje. Esses dias saímos pra correr eu, Tchê e Haydéé, foram 7km numa volta de 45min. Porra, show. Isso dá outro gosto pra vida… Espero nunca mais largar o hábito do esporte.

- Rotina #shithole: os dias tem sido tediosos demais. Demais, demais. Tenho que ver o que está errado… A idéia de se jogar pra Europa soa muito tentadora, mas sei que o blog tem muito por vir ainda.

- Vida profissional #lame: coisas demais acumuladas têm gerado uma vergonhosa sequência de negligências. Vergonhoso, vergonhoso.

- Reflexões #fun: encontrei uma afinidade nova em pensamento, que é comportamento humano. Muitos textos legais têm saído, e isso também me faz bem. Legal observar por essa perspectiva, estou bem de corpo e cérebro. O emocional é outra coisa.